terça-feira, 7 de abril de 2009

Movie with life

PS: SE NÃO VIU O FILME NÃO LEIA, VOU CONTAR O FINAL!

Imitando um pouco o meu querido amigo Nando, vou fazer um breve comentário sobre o filme O curioso caso de Benjamin Button. Ele me surpreendeu, imagina uma historia completamente de outro planeta( mas pera lá, nascer velho e morrer bebe isso é de outro plane, não é? ) eu sinceramente não tenho tanta certeza, é inquestionavel a mega produção e atuação de todos. Mas isso para mim, que sou uma completa leiga no assunto não foi o que mais importou... e sim a historia, de como o amor é retratado, nãó só do casal principal, mas o amor dele pela mãe, a coragem da mãe e todas as suas sábias palavras ditas ao menino. A paixão da jovem pelo ballet (uma das minhas paixões também) e todo o espirito aventureiro tátátá, vou falar todos os aspectos enquanto que na verdade quero falar da significação de tudo. A gente todo dia se perde um pouco, perde um pouco da nossa essencia, ao nos privarmos de falar ou fazer alguma coisa pelo mais puro receio, ou por tabu da sociedade, a gente vai se perdendo quando as atividades tomam conta da nossa vida, quando trabalho-faculdade-preguiça, nos dominam e a gente fica só reclamando. A gente tem que buscar aventura (não filhão não to dizendo pra todo mundo sair e fazer bang jump -se bemque eu sonho em fazer- mas desafios pra nossa alma, fazer o que a gente tem vontade -também não vai sair matando gente por ai (6) - saber dar valor nas pessoas que a gente tem na vida, porque a coisa mais fácil é perder alguem, e isso não é nada bom. Amar muito, muito, quem merece, quem você sabe que está pra você assim como voce pra ela, porque amar uma parede não é dos melhores amores...
Saber analisar toda e qualquer situação, quando um amigo diz uma meia palavra querendo dizer uma página inteira... A gente precisa viver, de todas as maneiras, a gente precisa mudar quase sempre, a gente precisa amar, a gente precisa acreditar, sempre acreditar no nosso poder e no poder das coisas, principalmente das coisas boas.
E voltando ao filme... ver ele morrer, ali tão lindo e angelical, nos braços de sua amada, eu pelo menos senti naquele olhar... que ele sabia de tudoe tinha com certeza aproveitado a vida dele x~~~~


Sim, eu fiquei deprimida com o filme, mas ele é muito bomm cara ;x e quando eu falo o a gente no texto inteiro, é porque não sõu muito fã de escrever na primeira pessoa, ela émuito egoísta e solitária e esses dois eu ODEIO. Ninguém vai ler mass não custa nada explicar :D

2 comentários:

Pedro Cavalcante disse...

Adorei esse filme, ele retrata muita coisa que passa despercebido por nós - e que talvez passou despecebido porquem assistiu, no final só ouvia falar no tal relógio, "vou comprar um relogio desses" ¬¬. Essa parte que voce disse de amanar também foi fantastico, por mas que nnca amamos que nos ama, mas enfim...a vida é um apredizado, e esse filme mostra tudo isso.
Parabéns, e excelente texto.
beijos!

Nando disse...

A Sequência do relógio e de quando a guerra enfim o alcança, são as melhores do filme pra min. E como eu te disse, foi ver a coincidencia dele crescer no meio no asilo... um novo-velho no meio dos velho-velhos. Muito bom maria ;D